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Saiu na mídia – Pressa de vender Serpro e Dataprev joga a Casa Civil da Presidência na ilegalidade

O portal Capital Digital publicou postagem onde questiona a manobra realizada pela Casa Civil da Presidência da República, que excluiu o BNDES da condução do processo de privatização de Dataprev e Serpro. O movimento, resultado de uma resolução publicada no Diário Oficial da União, veio poucos dias depois de uma reunião em que técnicos do banco afirmaram que a elaboração dos modelos se privatização das duas estatais seria demorada devido à natureza crítica dos serviços que prestam e dados que armazenam.

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Saiu na mídia – Em 4 meses, pente-fino no INSS suspendeu ou cancelou 261 mil benefícios

O jornal O Globo reportou, em seu site, o resultado positivo para os cofres do Estado advindo de recente pente-fino realizado pelo INSS, que suspendeu ou cancelou 261 mil benefícios. Segundo o próprio INSS, a medida já trouxe uma economia de R$ 336 milhões e a meta é que se consiga economizar, no futuro, R$ 10 bilhões por ano. Os dados que permitem que o governo faça os batimentos que trazem essa economia estão, hoje, sob domínio do próprio Estado, uma vez que estão guardados por empresas estatais, Dataprev e Serpro. Com a venda de ambas, o governo deixará de ser agente executor desses tipos de ações contra fraudes.

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Saiu na mídia – Quem já sentiu na pele os efeitos da privatização

O Diário do Centro do Mundo publicou matéria onde três funcionários de empresas públicas que passaram por processos de privatização deram depoimentos sobre o que enfrentaram durante este período. Em todos os casos, a percepção é a mesma, pois os relatos apontam para a precarização das condições de trabalho, queda no investimento por parte dos novos donos das companhias, demissões, e – consequentemente – deterioração dos serviços prestados pela estatal privatizada.

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Saiu na mídia – O governo quer privatizar Serpro e Dataprev, mas a última vez que tentou fazer isso deu errado

A privatização de Dataprev e Serpro foi tema de matéria publicada no site The Intercept. Além de relembrar o fracasso ocorrido da última vez que uma estatal de Tecnologia da Informação foi vendida (o caso Datamec), a matéria ouviu funcionários de ambas as empresas, líderes sindicais, e especialistas em tecnologias digitais e proteção e dados. Todos elencaram uma série de preocupações e riscos acerca deste plano do governo federal.

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Deputada Federal Natália Bonavides defende Dataprev e Serpro na Câmara dos Deputados

A Deputada Federal Natália Bonavides, que já havia manifestado seu apoio à não privatização de Dataprev e Serpro após ter se reunido com funcionários da empresa, reiterou seu compromisso com a luta pela manutenção dessas duas empresas como estatais. Em intervenção na Câmara dos Deputados, ela mencionou o papel estratégico de Dataprev e Serpro, os dados sensíveis que elas armazenam, e a lucratividade de ambas.

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Saiu na mídia – LGPD: multar o infrator não protegerá o cidadão do vazamento de dados

O jornalista Luiz Queiroz questiona, em seu blog, a eficácia da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), afirmando não só que a aplicação da lei provavelmente não levará à arrecadação esperada pelo governo, mas também que multas sobre o mau uso de dados tendem a não coibir crimes do tipo pelo simples fato de que o lucro obtido com a exploração indevida de informações tende a ser maior do que o valor das multas.

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Quem ganha com a privatização de estatais estratégicas e lucrativas como Dataprev e Serpro?

Em um momento onde a Dataprev e seus funcionários são esmagados por uma presidente e diretores que só pensam em vender a empresa, uma charge do Armandinho esclarece qual é a estratégia. Não caiam nessa. Quem ganha com a privatização de estatais estratégicas e lucrativas como Dataprev e Serpro nunca é povo.

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Sogei, a estatal de Tecnologia da Informação italiana que foi reestatizada

A Sogei é a estatal de Tecnologia da Informação ligada ao Ministério da Economia italiano que realiza serviços de consultoria de TI para a administração pública. Após passar para a inicitiva privada em 1999, a empresa foi readquiria pelo governo três anos depois. O Brasil, assim como a Itália e outros países, se manterá como propulsor de sua própria transformação digital, como guardião dos dados de seus cidadãos, e como mantenedor de sistemas críticos para o funcionamento de sua economia, ou optará por entregar todos esses itens estratégicos nas mãos de terceiros?

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Saiu na mídia – Não foi a privatização que ampliou acesso à telefonia, foi a tecnologia

Em entrevista ao site Brasil de Fato, o economista João Batista Santiago desmitificou a ideia de que a privatização da Telebras ampliou o acesso dos brasileiros à telefonia e reduziu os preços de aparelhos e serviços. Segundo Santiago, aparelhos ficaram mais acessíveis e populares por causa de avanços naturais que ocorreram na tecnologia de telecomunicações e informática. Por sua vez, o entendimento de que o valor cobrado por serviços ficou barato é ilusório, pois o Brasil tem uma das tarifas mais caras do mundo.

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Saiu na mídia – Datamec e o fracasso que pode se repetir

O site Reconta Aí, mantido por um grupo de economistas especialistas em bancos públicos, elaborou uma matéria analisando o fracasso da privatização da Datamec e mostrando como esta situação pode voltar a se repetir caso Dataprev e Serpro sejam vendidas. O texto destaca que o governo só conseguiu recuperar o controle sobre os sistemas essenciais vendidos porque pôde recorrer a uma empresa estatal de tecnologia da informação; no caso, a Dataprev.

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