Dia: 15 de dezembro de 2019

Saiu na mídia – Após privatização da companhia de energia, setor produtivo vive pesadelo em Goiás

O Jornal GGN relatou os problemas pelos quais a população do estado de Goiás tem passado desde que a distribuidora de eletricidade local foi privatizada. Segundo usuários, há quedas constantes de energia e demora na resolução das ocorrências, situações estas que teriam começado a ocorrer em 2017, quando a Companhia Energética de Goiás foi vendida para a italiana Enel.

O encarregado de transporte Rafael Elias, da Cooperativa Mista dos Produtores de Leite, corroborou com as reclamações.

Problema sempre teve [antes da privatização], mas solucionavam mais rápido. O que se gastava duas, três horas de tempo para solucionar virou três dias, quatro dias. Teve região próxima ao município de Goiatuba que ficou 16 dias com algumas propriedades sem energia. O pessoal dessa empresa nova parece que não tem tanto conhecimento sobre as regiões e os sistemas, e a logística deles está muito bagunçada ainda.”

Situações como essa reafirmam parte do discurso de nossa campanha: eventuais problemas e pontos que demonstram falta de eficiência não são magicamente solucionados através de privatizações, que podem inclusive agravar o cenário devido ao foco no lucro que é natural em empresas privadas. Questões como essas são resolvidas através de boa gestão, que é algo alcançável tanto pelo setor público quanto pelo setor privado. Entretanto, dada a criticidade dos serviços providos por Dataprev e Serpro, que são vitais para o funcionamento econômico do Estado e para a sobrevivência de grande parcela da população, estes devem ser atendidos pelo governo, que deve permanecer sendo o único dono dessas empresas, garantindo assim a soberania nacional.

Para ler a matéria completa, acesse o endereço https://jornalggn.com.br/noticia/apos-privatizacao-da-companhia-de-energia-setor-produtivo-vive-pesadelo-em-goias/

Saiu na mídia – Privatização: o que significa vender empresas estratégicas para a soberania nacional?

Repercutindo uma série de vídeos sobre as privatizações produzida pelo Brasil de Fato, o Jornal GGN publicou matéria analisando como a venda de estatais estratégicas traz impactos negativos na vida da população brasileira. Além de afirmar que, ao promover um programa de desestatização, o Brasil caminha contra um movimento mundial onde os governos de diversos países capitalistas estão readquirindo empresas que haviam sido vendidas, o artigo destaca que frequentemente – nos leilões de privatização – a iniciativa privada compra infraestrutura construída com impostos de maneira gratuita.

“Um caso emblemático para ilustrar a questão é o do serviço de telefonia, desestatizado em 1998, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Por 21 anos, os equipamentos e redes de infraestrutura telefônica, avaliados em R$ 100 bilhões, foram usufruídos pelas empresas privadas, sem nenhum custo adicional, por meio de uma concessão. Mais recentemente, o Congresso ainda determinou que todo o patrimônio físico pode ser incorporado em definitivo pelas empresas, gratuitamente.”

Para ler o texto completo e ter acesso aos vídeos, clique no link https://jornalggn.com.br/noticia/privatizacao-o-que-significa-vender-empresas-estrategicas-para-a-soberania-nacional/