Dia: 17 de setembro de 2019

Saiu na mídia – Demonização do serviço público

O economista e jornalista José Carlos de Assis discute a importância do serviço público em coluna publicada hoje no Jornal Monitor Mercantil:

“O serviço público remunerado está ancorado nos próprios alicerces dos sistemas democráticos modernos. Foi a forma como Péricles, o grande estratego da Atenas clássica, fundador da democracia, estabeleceu para que os cidadãos pobres também pudessem exercer cargos públicos. É que, até Péricles, eram os ricos, os mais afortunados, que podiam exercer magistraturas públicas porque tinham meios próprios, privados, de sobrevivência. Naturalmente, exerciam o serviço em seu próprio interesse.”

Ele também explica a origem da demonização dos serviços públicos:

“Essa sensação de que tudo está podre, que todo mundo (menos eu) é desonesto, cria uma atmosfera de cinismo na sociedade, de total descrença em valores.”

“Nesse contexto, e com essa mídia, vai ser muito difícil uma regeneração. As pessoas continuarão a atacar o servidor público como oportunista, privilegiado e preguiçoso. Não como alguém que está ali para seu serviço.”

Por isso que nós, empregados da Dataprev, estamos trabalhando junto à população para conscientizar os cidadãos não só da eficiência da empresa, mas de sua importância estratégica para o país.

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Para ler a coluna na íntegra, acesse o link https://monitordigital.com.br/demonizacao-do-servico-publico-e-lei-de-abuso-de-autoridade.

Saiu na mídia – Funcionários da Dataprev fazem ato contra a privatização da empresa

Durante o ato, Rodrigo Bruno, diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas e Serviços Públicos e Privados de Informática e Internet e Similares do Estado do Rio (SINDPD-RJ), destacou um dos muitos riscos da privatização da Dataprev e do Serpro.

“Há uma diferença qualitativa muito grande na privatização dessas empresas de tecnologia, como Serpro e Dataprev, porque se um banco é privatizado, ele permanece um banco, com o negócio sem alterações. A Dataprev é a guardiã dos dados do INSS, então, a partir do cruzamento desses dados, você permite que seja ofertado uma gama de produtos e serviços. Isso tem um potencial lucrativo muito grande. A Dataprev não transforma em produtos os dados dos cidadãos. Então, é um risco a que a população está sujeita. Não é eficiência que está em jogo, é o modelo de negócio.”

Para ler a reportagem na íntegra, acesse o link https://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/funcionarios-da-dataprev-fazem-ato-contra-privatizacao-da-empresa-23955100.html

Saiu na mídia – Vazamento de dados atinge população do Equador

Esse é um dos perigos ao se privatizar Dataprev e Serpro.

Os dados de todos nós, cidadãos, devem ser protegidos pelo Estado. Não devem ficar nas mãos de empresas privadas que visam principalmente o lucro.

Confira alguns trechos da reportagem a seguir:

“O vazamento foi descoberto pela companhia israelense vpnMentor. Os dados estavam armazenados em uma nuvem gerenciada pela empresa Novaestrat, e que não estava devidamente segura. A notícia mostra os riscos de privatização do Serpro e da Dataprev, como pretende o ministro da Economia do Brasil, Paulo Guedes. As duas empresas brasileiras são responsáveis pela guarda das informações de Imposto de Renda e previdenciárias, entre outros dados sensíveis. “

“Os dados de registro civil são vendidos a empresas privadas. Porém, as informações do Banco del Instituto Ecuatoriano de Seguridad Social (BIESS) não são comercializados e não deveriam estar disponíveis para a Novaestrat.”

Para ler a reportagem na íntegra, acesse o link https://monitordigital.com.br/vazamento-de-dados-atinge-98-da-populacao-do-equador