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Saiu na mídia – Governo Bolsonaro quer reverter privatização de estatal elétrica de Goiás

Reportagem publicada no site da revista Veja indica que após reunião no Palácio do Planalto o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, recebeu do ministro da Secretaria de Governo da Presidência, Luiz Eduardo Ramos, apoio para reestatizar a concessionária de energia que atende os 237 municípios de Goiás.

A CELG Distribuição S.A. foi vendida para a empresa italiana Enel Brasil em 2016. Entretanto, desde então, o estado de Goiás vem sofrendo com a qualidade do serviço prestado: em 2018, por exemplo, segundo a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a Enel foi considerada a pior companhia de energia elétrica do país, com os cidadãos goianos ficando 26 horas em média sem energia.

Este movimento de reestatização mais uma vez corrobora um dos argumentos de nossa campanha contra a privatização de Dataprev e Serpro: de que passar os serviços para a iniciativa privada não necessariamente traz eficiência para os mesmos. Esta qualidade é adquirida através de boas gestões, independentemente da natureza econômica (pública ou privada) das empresas; e dada a criticidade e característica estatal dos serviços prestados por Dataprev e Serpro, essa meta deve ser atingida com ambas sob o domínio do Estado, uma vez que o controle de ambas por um ente privado pode ser catastrófico.

Para saber mais sobre o processo de reestatização da Enel, clique no link https://veja.abril.com.br/blog/radar/governo-bolsonaro-quer-reverter-privatizacao-de-estatal-eletrica-de-goias/

Para ler mais sobre os problemas de prestação de serviço da empresa, siga para a matéria https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2019/03/20/enel-e-considerada-a-pior-companhia-de-energia-eletrica-do-pais-diz-aneel.ghtml

Saiu na mídia – A Alemanha e o fim do liberalismo

Para proteger empresas estratégicas do capital internacional, a Alemanha criou um fundo estatal para para adquirir partes de empresas alemãs.

“O que a Alemanha enterra de vez com seu projeto de longo prazo para a indústria nacional é exatamente essa abstração: se uma empresa é eficiente nas mãos do capital nacional é algo, sim, muito diferente de ser eficiente sob o controle de investidores estrangeiros. Quando a finalidade de uma empresa é estratégica para a posição de um Estado Nacional na hierarquia internacional do poder, o controle material e concreto sobre suas atividades importa mais do que qualquer outro elemento da discussão.”

Por isso destacamos que ao vender Dataprev e Serpro, empresas estratégicas para a soberania nacional, o país, além de correr diversos riscos, também vai contra uma forte tendência da economia mundial que pode ser observada em diversos países desenvolvidos e liberais.

Para ler a reportagem completa e entender mais, acesse o link https://portaldisparada.com.br/economia-e-subdesenvolvimento/alemanha-liberalismo/

Movimento mundial de reestatização

Rodrigo Bruno, analista da Dataprev, comenta sobre o movimento de reestatização que está ocorrendo no mundo, indicando os motivos para este processo e mostrando que a privatização de Dataprev e Serpro pode afetar a competitividade tecnológica do Brasil.

Depoimento do Rodrigo (funcionário da Dataprev)

Fatos e Fakes sobre as privatizações no Brasil e no mundo

O portal Brasil de Fato postou nesta semana um vídeo que desmitifica alguns argumentos de quem é a favor das privatizações.

Por exemplo, afirmar que todas as empresas estatais dão prejuízos aos cofres públicos e por isso devem ser privatizadas.

Bom, o objetivo principal de uma empresa privada é o lucro. Sendo assim, por que uma empresa privada compraria algo que somente dá prejuízo?

“Será que as empresas privadas comprariam algum ativo público se não vissem neles uma oportunidade de aumentar suas taxas de lucro?”

“Em 2018, os lucros das empresas públicas, como a Eletrobrás e a Petrobrás, cresceram 132%.”

Veja o vídeo na íntegra:

“Privatizar uma estatal significa vender uma empresa que pertence ao povo brasileiro para uma instituição privada que pertence a uma pessoa física ou jurídica.

A primeira diferença básica entre uma empresa pública e uma empresa privada está no destino dos lucros. No caso de uma empresa privada, parte do dinheiro enriquece os donos da empresa e a outra parte é investida em novos negócios que deverão gerar mais lucros. No caso de uma empresa estatal, os lucros voltam a ser investidos em serviços públicos, em tecnologia e no desenvolvimento do país a longo prazo. Ou seja, com o uso desse dinheiro, de um jeito ou de outro, quem ganha é a população.”

Saiu na mídia – Privatizar é ideal? 884 serviços caros e ruins foram reestatizados no mundo

Saiu no UOL, em março deste ano, notícia informando que vem ocorrendo um processo de reestatização de serviços essenciais pelo mundo.

“Desde 2000, ao menos 884 serviços foram reestatizados no mundo. A conta é do TNI (Transnational Institute), centro de estudos em democracia e sustentabilidade sediado na Holanda. As reestatizações aconteceram com destaque em países centrais do capitalismo, como EUA e Alemanha.”

Segundo a matéria, isto vem ocorrendo principalmente pelo fato das empresas privadas terem como objetivo principal o lucro.

“Isso ocorreu porque as empresas privadas priorizavam o lucro e os serviços estavam caros e ruins, segundo o TNI. O TNI levantou dados entre 2000 e 2017. Foram registrados casos de serviços públicos essenciais que vão desde fornecimento de água e energia e coleta de lixo até programas habitacionais e funerárias.”

“O levantamento do TNI encontrou processos do gênero em 55 países em todo o globo. Alemanha, França, EUA, Canadá, Colômbia, Argentina, Turquia, Mauritânia, Uzbequistão e Índia são alguns deles.”

Para ler a matéria na íntegra, acesse o link https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2019/03/07/tni-884-reestatizacoes-mundo.htm

Saiu na mídia – Reestatização cresce porque empresa privada tem serviço ruim

No início do mês de março deste ano, saiu na UOL uma matéria relatando que a reestatização vem crescendo pelo mundo.

“A nossa base de dados mostra que as reestatizações são uma tendência e estão crescendo”, disse a geógrafa Lavinia Steinfort, coordenadora de projetos do TNI (Transnational Institute), centro de estudos em democracia e sustentabilidade baseado na Holanda.

O TNI mapeou serviços privatizados que foram devolvidos ao controle público em todo o mundo entre os anos de 2000 e 2017. São casos de concessões não renovadas, contratos rompidos ou empresas compradas de volta, em sua grande maioria de serviços essenciais como distribuição de água, energia, transporte público e coleta de lixo.”.

Para ver a matéria na íntegra, acesse o link https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2019/03/07/reestatizacoes-tendencia-crescendo-tni-entrevista.htm

Saiu na mídia – Um pouco de história: a privatização da Datamec

O portal Capital Digital recebeu uma carta dos funcionários da Dataprev que relatava o que ocorreu após a privatização da empresa de tecnologia Datamec, que suportava os sistemas do Ministério do Trabalho e Emprego.

“Em agosto de 2004, diante de “fundado receio de grave lesão ao patrimônio público, à ordem social e econômica decorrente da iminência da interrupção na prestação de serviço público essencial” (…), o MTE propôs uma ação cautelar, com pedido de liminar para que a Unisys Brasil Ltda. disponibilizasse, imediata e continuamente, o acervo de dados e códigos-fontes constituídos durante o Contrato com o MTE a fim de viabilizar a migração para os novos sistemas.”

Você confere a reportagem na íntegra no link http://www.capitaldigital.com.br/?p=26997