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Categoria: Outros

A diferença entre o que é público e o que é privado

Lutemos pelo que é patrimônio de todos. Há certos tipos de serviços que precisam estar sob o controle do Estado para garantir que toda a população tenha acesso a eles. É dever dos cidadãos cobrar dos políticos a boa administração dessas empresas e instituições governamentais tão necessárias. Se algo vai mal, precisamos saber se a estatal ou serviço não está sendo sabotado para fazer com que a população peça para vender ou acabar com o serviço público.

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Os motivos pelos quais as privatizações são sempre desastrosas para os mais pobres

O empresário e economista Eduardo Moreira explica, em vídeo publicado em seu canal no YouTube, os motivos pelos quais as privatizações nunca são benéficas para os mais pobres. Dentre as razões listadas para sustentar o argumento, estão o encarecimento dos serviços prestados, a queda na qualidade dos mesmos, a criação de monopólios privados, o crescimento do desemprego, e a redução de direitos trabalhistas.

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Sobre a privatização do Serpro e Dataprev

A professora e escritora Elika Takimoto gravou vídeo no qual discute os riscos envolvidos na privatização de Dataprev e Serpro. Em particular, ela destaca como as bases de dados guardadas por essas empresas podem ser utilizadas tanto para propósitos positivos para o Estado brasileiro quanto para objetivos danosos aos cidadãos, e que – tendo em vista o foco em lucro existente no mercado privado – a tendência é que as informações de pessoas físicas e jurídicas armazenadas por essas estatais sejam exploradas comercialmente após a concretização da venda delas.

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O que é segurança nacional?

Em animação produzida para levar à população os riscos que existem por trás da privatização de Dataprev e Serpro, é explicado como a venda dessas empresas pode afetar tanto a segurança quanto a soberania nacional.

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Greve

Greve: “Cessação voluntária e coletiva do trabalho, decidida por assalariados para obtenção de benefícios materiais e/ou sociais, ou para garantir as conquistas adquiridas e ameaçadas de supressão”. Ninguém faz greve porque é vagabundo. Ninguém faz greve para não trabalhar e ir à praia. Ninguém faz greve porque sabe que não será demitido. Se faz greve por uma causa coletiva.

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É por isso que estamos em greve

Queremos negociar minimamente essas demissões coletivas, inclusive realocando toda essa força produtiva e esse conhecimento previdenciário acumulado ao longo de décadas para ajudar na fila de 2 milhões de pessoas que aguardam uma resposta do INSS, vulgo governo. É por isso que estamos em greve.

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Nesta terça-feira a greve da Dataprev se expande pelo país. O recado foi dado: não às demissões e à privatização

Conforme divulgado na página da Frente Nacional dos Trabalhadores em Informática (FNI), a greve contra a demissão de 494 trabalhadores da Dataprev, que poderiam ser realocados no INSS para trabalhar nas filas, alcançou todo o país no dia 28/01. Com isso, todas as unidades da empresa, desde as que o governo pretende fechar até as que a diretoria da empresa pretende, num primeiro momento, manter, se encontram paralisadas.

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Relato sobre funcionária na lista de demissões escancara o impacto negativo que os desligamentos terão em projetos da Dataprev

Um dos argumentos utilizados para demitir quase 500 funcionários alocados nas Unidades Regionais espalhadas pelo país é que as mesmas deixaram de fazer sentido devido à baixa quantidade de atendimentos realizados pelas mesmas. Entretanto, ao longo dos anos, os funcionários dessas localidades deixaram de ser focados no atendimento ao INSS e passaram a atuar na construção dos sistemas que a Dataprev produz. Este relato, escrito por membros da Unidade de Desenvolvimento do Ceará sobre uma funcionária alocada na Unidade Regional do Espírito Santo (que a empresa planeja fechar), escancara como a demissão desses empregados afetará a qualidade de sistemas e soluções tecnológicas que são essenciais para o país.

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Por que estamos em greve?

Não estamos em greve por 1% a mais de aumento salarial. Estamos em greve simplesmente pela manutenção dos nossos empregos. É agora ou nunca! Quanto mais juntos estivermos, quanto mais de nós estivermos em greve, mais força o nosso movimento ganha, mais poder de barganha e negociação com a empresa. Então, quando você estiver trabalhando, e ver a cadeira ao lado vazia, lembre que o seu colega está lá fora tentando defender o emprego de ambos.

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Pentágono usa sua própria estatal para guardar seus dados, diferente do afirmado pelo governo

Em matéria publicada no site Convergência Digital, diversos membros do governo federal tentaram dar justificativas para o injustificável: a venda de Dataprev e Serpro, as duas estatais que sustentam grande parte dos sistemas da administração federal e armazenam uma igualmente considerável gama de informações críticas dos cidadãos brasileiros. Ao tentar mostrar para a população que a privatização dessas empresas não trará problemas para o país, os secretários recorreram à distorção dos fatos para que estes se alinhem a seus objetivos; nada mais natural quando argumentos verdadeiros são escassos.

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