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A presença do estado no mundo

Com base em dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Sindicato dos Trabalhadores da Fiocruz divulgou um gráfico que mostra os percentuais de funcionários públicos em relação à população de diversos países.

O Brasil aparece com uma proporção bem discreta quando comparado a outros países, alguns dos quais são bem mais desenvolvidos.

Saiu na mídia – Não tem “estatal” nos EUA?

O jornalista Luiz Queiroz afirma que, nos Estados Unidos, o modelo de controle da informação e das definições da estratégia de uso da tecnologia e das comunicações é mais estatal que o brasileiro.

Ele faz uma comparação do papel da DISA, a Defense Information Systems Agency, com o papel exercido por Dataprev e Serpro no Brasil.

A grosso modo, a DISA é mais estatal que o próprio Serpro ou a Dataprev. No Brasil as duas empresas prestam serviços de TI ao governo, mas não tem o poder de interferir na estratégia tecnológica que for adotada por ele. São meras executoras de serviços demandados pelas diversas esferas governamentais. No caso da DISA sua missão é ser o provedor tecnológico de toda a área de Defesa norte-americana, nos mínimos detalhes que envolvam as comunicações, sistemas e até a compra de equipamentos. E ela não só atende a área militar. Por exemplo, também atua como provedora de serviços de TICs para a Casa Branca, o Serviço Secreto e as demais agências de espionagem.”

Mais uma vez, fica demonstrado que privatizar Dataprev e Serpro é andar para trás no campo da soberania nacional e deixar uma área estratégica para o governo nas mãos de terceiros.

Para ler a matéria completa, clique no link www.capitaldigital.com.br/?p=27457

Saiu na mídia – O gás natural que impulsiona a Bolívia

O site Outras Mídias repercutiu a força e a importância que a estatal boliviana Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) tem dentro de seu país.

Caso expõe falácia das privatizações: nacionalizada em 2006, a YPFB é uma das petroleiras que mais cresce na América Latina. Tornou a riqueza natural acessível a milhões de bolivianos, desenvolveu tecnologias e abastece países vizinhos.”

Para ler a matéria completa, acesse o link https://outraspalavras.net/outrasmidias/o-gas-natural-que-impulsiona-a-bolivia/

Saiu na mídia – Demonização do serviço público

O economista e jornalista José Carlos de Assis discute a importância do serviço público em coluna publicada hoje no Jornal Monitor Mercantil:

“O serviço público remunerado está ancorado nos próprios alicerces dos sistemas democráticos modernos. Foi a forma como Péricles, o grande estratego da Atenas clássica, fundador da democracia, estabeleceu para que os cidadãos pobres também pudessem exercer cargos públicos. É que, até Péricles, eram os ricos, os mais afortunados, que podiam exercer magistraturas públicas porque tinham meios próprios, privados, de sobrevivência. Naturalmente, exerciam o serviço em seu próprio interesse.”

Ele também explica a origem da demonização dos serviços públicos:

“Essa sensação de que tudo está podre, que todo mundo (menos eu) é desonesto, cria uma atmosfera de cinismo na sociedade, de total descrença em valores.”

“Nesse contexto, e com essa mídia, vai ser muito difícil uma regeneração. As pessoas continuarão a atacar o servidor público como oportunista, privilegiado e preguiçoso. Não como alguém que está ali para seu serviço.”

Por isso que nós, empregados da Dataprev, estamos trabalhando junto à população para conscientizar os cidadãos não só da eficiência da empresa, mas de sua importância estratégica para o país.

Navegue pelo site, acompanhe as nossas redes sociais, e entre em contato conosco para saber mais.

Para ler a coluna na íntegra, acesse o link https://monitordigital.com.br/demonizacao-do-servico-publico-e-lei-de-abuso-de-autoridade.

Saiu na mídia – Empresa privatizada pode ser tão ruim quanto estatal, diz professor inglês

“Na média, a privatização não melhora a performance [nos países em desenvolvimento], quer dizer, a gestão privada é muitas vezes tão ruim quanto a pública”, disse Estrin, que é especializado em economias emergentes e pesquisa os efeitos das privatizações no que chama de “países subestudados”.”

Veja a reportagem na íntegra em https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2019/02/09/saul-estrin-lse-entrevista-privatizacoes-pouco-eficientes-paises-emergentes.htm