Categoria: Na Mídia

Saiu na mídia – Bolsonaro prepara a venda das empresas que possuem dados de toda população brasileira

Em matéria publicada pelo El País, especialistas debatem a privatização de Dataprev e Serpro.

“O temor de especialistas e dos servidores é que essas informações passem a ser comercializadas sem a devida autorização dos cidadãos que estão cadastrados nesses bancos de dados de forma sistemática. É comum ouvir entre os estudiosos do assunto que dados são, hoje, o novo petróleo. Por meio deles consegue-se direcionar uma venda ou definir quem pode ou não ter acesso a crédito junto a instituições financeiras, por exemplo.”

Leia a matéria na íntegra no link https://brasil.elpais.com/brasil/2019/09/03/politica/1567476882_349945.html

Saiu na mídia – Privatizar é ideal? 884 serviços caros e ruins foram reestatizados no mundo

Saiu no UOL, em março deste ano, notícia informando que vem ocorrendo um processo de reestatização de serviços essenciais pelo mundo.

“Desde 2000, ao menos 884 serviços foram reestatizados no mundo. A conta é do TNI (Transnational Institute), centro de estudos em democracia e sustentabilidade sediado na Holanda. As reestatizações aconteceram com destaque em países centrais do capitalismo, como EUA e Alemanha.”

Segundo a matéria, isto vem ocorrendo principalmente pelo fato das empresas privadas terem como objetivo principal o lucro.

“Isso ocorreu porque as empresas privadas priorizavam o lucro e os serviços estavam caros e ruins, segundo o TNI. O TNI levantou dados entre 2000 e 2017. Foram registrados casos de serviços públicos essenciais que vão desde fornecimento de água e energia e coleta de lixo até programas habitacionais e funerárias.”

“O levantamento do TNI encontrou processos do gênero em 55 países em todo o globo. Alemanha, França, EUA, Canadá, Colômbia, Argentina, Turquia, Mauritânia, Uzbequistão e Índia são alguns deles.”

Para ler a matéria na íntegra, acesse o link https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2019/03/07/tni-884-reestatizacoes-mundo.htm

Saiu na mídia – Reestatização cresce porque empresa privada tem serviço ruim

No início do mês de março deste ano, saiu na UOL uma matéria relatando que a reestatização vem crescendo pelo mundo.

“A nossa base de dados mostra que as reestatizações são uma tendência e estão crescendo”, disse a geógrafa Lavinia Steinfort, coordenadora de projetos do TNI (Transnational Institute), centro de estudos em democracia e sustentabilidade baseado na Holanda.

O TNI mapeou serviços privatizados que foram devolvidos ao controle público em todo o mundo entre os anos de 2000 e 2017. São casos de concessões não renovadas, contratos rompidos ou empresas compradas de volta, em sua grande maioria de serviços essenciais como distribuição de água, energia, transporte público e coleta de lixo.”.

Para ver a matéria na íntegra, acesse o link https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2019/03/07/reestatizacoes-tendencia-crescendo-tni-entrevista.htm

Saiu na mídia – Com a privatização, Brasil abre mão de tecnologia própria para comprar de terceiros

O Fórum Nacional de Democratização da Comunicação (FNDC) relatou os perigos que envolvem as privatizações de diversas empresas estatais estratégicas do país, tais como, Serpro, Dataprev, Telebras, Correios e EBC.

Separamos alguns trechos que mencionavam a Dataprev e o Serpro na matéria:

“Ao examinar a lista anunciada, pode-se perceber que grande parte da infraestrutura do setor de comunicação, tecnologia e informação públicas será desmontada. Ao final deste projeto, o governo brasileiro será incapaz de incidir diretamente em um setor considerado estratégico na economia moderna ficando refém da iniciativa privada.” 

“A mesma lógica vale para a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev) e o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), duas empresas públicas que prestam serviços de tecnologia em informática ao próprio governo e são lucrativas (o Serpro e lucrou R$ 459 milhões no ano passado). Trata-se de abrir mão de tecnologia própria para comprar soluções de terceiros.”

“Na chamada sociedade da informação, do mundo interligado pela revolução 4.0, nosso país caminha na contramão ao abdicar da possibilidade de desenvolver tecnologias neste campo e ser apenas um consumidor passivo. Esta é uma política suicida, pois vai ampliar a distância que separa o Brasil das demais nações que investem em pesquisa e tecnologia.” 

“Ainda no caso do Serpro e da Dataprev, há um outro problema grave, já que essas duas empresas hospedam atualmente os dados do Imposto de Renda e da Previdência Social, respectivamente. Esses dados poderão passar a ser hospedados em servidores privados com a desetatização das empresas, pondo em risco a soberania do país sobre informações extremamente sensíveis.”

Para ler a reportagem na íntegra, acesse http://fndc.org.br/noticias/bolsonaro-censura-o-audiovisual-e-quer-vender-telebras-e-correios-924910/.

Saiu na mídia – Xadrez da privatização do Serpro e Dataprev

Luís Nassif elaborou um artigo falando sobre o comércio de banco de dados que se criou no Brasil.

Se a falta de controle sobre os dados pessoais, nas redes sociais, colocou sob risco a democracia americana, quais os riscos de se ter o controle das principais bases de dados públicas em mãos de grupos privados?

Você confere a matéria na íntegra no link https://jornalggn.com.br/noticia/xadrez-da-privatizacao-do-serpro-e-dataprev-por-luis-nassif/

Saiu na mídia – Um pouco de história: a privatização da Datamec

O portal Capital Digital recebeu uma carta dos funcionários da Dataprev que relatava o que ocorreu após a privatização da empresa de tecnologia Datamec, que suportava os sistemas do Ministério do Trabalho e Emprego.

“Em agosto de 2004, diante de “fundado receio de grave lesão ao patrimônio público, à ordem social e econômica decorrente da iminência da interrupção na prestação de serviço público essencial” (…), o MTE propôs uma ação cautelar, com pedido de liminar para que a Unisys Brasil Ltda. disponibilizasse, imediata e continuamente, o acervo de dados e códigos-fontes constituídos durante o Contrato com o MTE a fim de viabilizar a migração para os novos sistemas.”

Você confere a reportagem na íntegra no link http://www.capitaldigital.com.br/?p=26997