A
rede latino-americana de estudos sobre vigilância, tecnologia e
sociedade, que conta com membros de ao menos 14 instituições de
quatro países latino-americanos (Brasil, Argentina, México e Chile)
e um país europeu (Bélgica), conversou com diversos especialistas
do setor, e abordou os impactos negativos que a privatização da
Dataprev e do Serpro trará para o país.
Mario
Teza, que já foi membro do Comitê Gestor da Internet (CGI.br)
e ex-presidente da Companhia de Processamento de Dados de Porto
Alegre (PROCEMPA), destaca:
“Pela história brasileira, as empresas públicas de TI são executoras, mas também participaram das formulações sobre as regulamentações do segmento. Se as empresas públicas deixam de existir, o país não perde só duas empresas estratégicas na execução da estrutura pública de TI, nós perdemos também um trabalho de assessoria aos governos, sejam eles quais forem”
Para ler esse e mais outros comentários, visite o link http://lavits.org/privatizacao-de-empresas-publicas-de-tecnologia-ataca-a-soberania-do-pais-e-a-privacidade-dos-individuos/?lang=pt