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Greve

Greve: “Cessação voluntária e coletiva do trabalho, decidida por assalariados para obtenção de benefícios materiais e/ou sociais, ou para garantir as conquistas adquiridas e ameaçadas de supressão”. Ninguém faz greve porque é vagabundo. Ninguém faz greve para não trabalhar e ir à praia. Ninguém faz greve porque sabe que não será demitido. Se faz greve por uma causa coletiva.

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É por isso que estamos em greve

Queremos negociar minimamente essas demissões coletivas, inclusive realocando toda essa força produtiva e esse conhecimento previdenciário acumulado ao longo de décadas para ajudar na fila de 2 milhões de pessoas que aguardam uma resposta do INSS, vulgo governo. É por isso que estamos em greve.

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Nota de Desagravo

A página Serpro++ publicou uma nota na qual rebate as afirmações feitas pelo Secretário Especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Salim Mattar, em entrevista concedida à Rádio Gaúcha. Durante sua fala, além de tentar justificar a privatização de Dataprev e Serpro com explicações que não se sustentam diante de uma análise mais aprofundada, o secretário também acusou os funcionários dessas empresas, dando a entender que eles vendem os dados da população.

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Nesta terça-feira a greve da Dataprev se expande pelo país. O recado foi dado: não às demissões e à privatização

Conforme divulgado na página da Frente Nacional dos Trabalhadores em Informática (FNI), a greve contra a demissão de 494 trabalhadores da Dataprev, que poderiam ser realocados no INSS para trabalhar nas filas, alcançou todo o país no dia 28/01. Com isso, todas as unidades da empresa, desde as que o governo pretende fechar até as que a diretoria da empresa pretende, num primeiro momento, manter, se encontram paralisadas.

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Roberto Requião repudia a privatização de Dataprev e Serpro

Roberto Requião, político paranaense filiado ao MDB que já foi governador, senador, e deputado pelo estado, gravou depoimento se posicionando contra a privatização de Dataprev e Serpro.

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Relato sobre funcionária na lista de demissões escancara o impacto negativo que os desligamentos terão em projetos da Dataprev

Um dos argumentos utilizados para demitir quase 500 funcionários alocados nas Unidades Regionais espalhadas pelo país é que as mesmas deixaram de fazer sentido devido à baixa quantidade de atendimentos realizados pelas mesmas. Entretanto, ao longo dos anos, os funcionários dessas localidades deixaram de ser focados no atendimento ao INSS e passaram a atuar na construção dos sistemas que a Dataprev produz. Este relato, escrito por membros da Unidade de Desenvolvimento do Ceará sobre uma funcionária alocada na Unidade Regional do Espírito Santo (que a empresa planeja fechar), escancara como a demissão desses empregados afetará a qualidade de sistemas e soluções tecnológicas que são essenciais para o país.

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Por que estamos em greve?

Não estamos em greve por 1% a mais de aumento salarial. Estamos em greve simplesmente pela manutenção dos nossos empregos. É agora ou nunca! Quanto mais juntos estivermos, quanto mais de nós estivermos em greve, mais força o nosso movimento ganha, mais poder de barganha e negociação com a empresa. Então, quando você estiver trabalhando, e ver a cadeira ao lado vazia, lembre que o seu colega está lá fora tentando defender o emprego de ambos.

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Saiu na mídia – Mattar foi desmentido pela presidente da Dataprev

O site Capital Digital notou uma visível incoerência entre membros do governo atualmente ligados ao destino que Dataprev e Serpro – e os serviços sensíveis de Estado que prestam – terão. Enquanto a presidente da Dataprev escreve para os funcionários da empresa que a demissão de 500 empregados nada tem a ver com o processo de privatização; o secretário Salim Mattar comemora os desligamentos no Twitter como parte integral deste trâmite.

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Saiu na mídia – Trabalhadores da Dataprev aprovam greve contra demissões e privatização

A Rede TVT falou sobre a deflagração de greve na Dataprev e ouviu representantes dos trabalhadores sobre os motivos que influenciaram essa decisão, dentre elas a demissão de quase 500 funcionários que poderiam ser realocados para trabalhar nas filas do INSS; e as acusações falsas de Salim Mattar, que acusou empregados de Dataprev e Serpro de vender dados dos cidadãos.

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Saiu na mídia – Humilhação: Funcionários demitidos da Dataprev saem com pertences em sacos de lixo

A Revista Fórum publicou matéria em que reportou a situação degradante pela qual empregados da Dataprev de Sergipe passaram. Devido à greve deflagrada na unidade regional do estado para protestar contra as demissões planejadas, a diretoria da empresa resolveu adiantar o processo de desligamento dos funcionários e enviou suas equipes para a localidade antes do previsto, no mesmo dia em que a paralisação ocorreria, o que obrigou os trabalhadores a sair do prédio sem tempo para arrumar seus pertences.

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